JULIO CESAR
J U L I O C E S A R
Júlio Cesar (13/07/100 – 15/03/44 a. C.), foi nobre, líder
militar e político romano.
No fim, foi assassinado no governo e Roma se transformou em
seguida da República para Império Romano. Mas Júlio Cesar é considerado por
muitos historiadores acadêmicos como um dos maiores comandantes militares da
história.
Nascido de uma família nobre de pequena influencia e se
projetou na vida política romana.
Em 60 a. C., ele e os políticos Crasso e Pompeu formaram um
triunvirato que acabou dominando a política romana por anos. Júlio Cesar
conquistou boa reputação militar e dinheiro durante as Guerras Galícias (58 –
50 a. C.), expandindo os domínios romanos para o norte anexando a Galícia
(atual França) e a leste até o Reno (dentro da atual Alemanha). Foi também o
primeiro general romano a lançar uma incursão militar na Britânia.
Em 63 a. C., Júlio Cesar representou a pretoria e também o
cargo de Pontifex maximus que era o chefe do Colégio dos Pontífices e o mais
alto funcionário religioso do estado.
Júlio Cesar nasceu em uma família nobre. Por que nobre? Diziam
que era descendente de Vênus. Porém, não era muito influente em Roma.
Seu pai chamado Caio Júlio Cesar, chamado Cesar, governou a
província da Ásia, e sua tia Júlio era casada com o general Caio Mário, uma das
figuras políticos mais importante de Roma, na época. Sua mãe era membro
influente da família.
Em 85 a. C., o pai de Júlio Cesar morreu subitamente. Assim,
Júlio Cesar aos 16 anos tornou o chefe da família. Na mesma época, eclodiu uma
guerra civil entre seu tio Caio Mário e o seu rival o General Sila. Enquanto
Caio Mário e seu aliado, Lúcio Cornélio Cima estavam no controle da cidade,
Júlio Cesar foi nomeado o novo alto-sacerdote de Júpiter e casou com Cornelia,
filha de Cima.
Com a vitória da Sila, Júlio Cesar foi despojado de sua
herança, do dote de sua esposa e do sacerdócio, mas se recusou a se divorciar
de Cornelia e foi forçado a fugir e se esconder. Com a ameaça de Sila, mingou
depois de uma investigação na família de sua mãe, quando a pesquisa mostrou que
alguns deles apoiava Sila, este deixou de perseguir Júlio Cesar.
Júlio Cesar não se sentia seguro com Sila ainda no poder, e
se juntou ao exército da Ásia. Júlio Cesar serviu com distinção, ganhando a
coroa cívica por sua participação no cerco de Mitilene.
Ao ouvir falar da morte de Sila em 78 a. C., retornou a Roma.
Agiu como advogado, e ficou conhecido por sua boa oratória, sempre fazendo
gestos firmes com os braços e por ter uma voz alta. Ficou notório por processar
ex-governadores acusados de extorsão ou corrupção. Em uma viagem, no meio do
mar Egeu, Júlio Cesar foi sequestrado por piratas e feito prisioneiro.
Libertado, Júlio Cesar perseguiu os piratas e os matou. Pouco tempo depois, foi
convocado pelo exército, servindo no Leste. Aí começou a carreira militar de
Júlio Cesar.
Retornou a Roma, foi eleito um tribuno militar, sinalizando o
início de sua carreira política.
Em 69 a. C., faleceu Júlia, e em seguida, no mesmo ano,
faleceu Cornelia após ter sua única filha legítima, Júlia.
Em 67 a. C. Júlio Cesar casou-se com Pompeia que era neta de
Sila (dois anos depois, se divorciaram).
Júlio Cesar foi um dos apoiadores de Pompeu e se Juntou a Pompeu
no final dos anos 70 a. C., deu apoio a restauração dos direitos tribunicios
entre vários outros.
As conquistas de Júlio Cesar lhe deram enorme poder militar e
respeito, o que acabou ameaçando a posição de seus companheiros políticos e
agora rival de Pompeu. Este havia mudado de lado, após a morte de Crasso, em 53
a. C., que apoiava a ala conservadora de Senado.
Com a guerra da Gália encerrada, os Senadores em Roma
exigiram que Júlio Cesar dispensasse seu exército e retornasse a Capital, o que
Júlio Cesar se recusou, em 49 a. C.. Júlio Cesar entrou com suas legiões
armadas na Itália e marchou contra Roma. Na época, a lei romana impedia de um
general marchasse contra Roma. Isto causou uma guerra civil que terminou com a
vitória de Júlio Cesar. Este assumiu o poder total na República e se tornou um
ditador absoluto. Com isso, iniciou uma série de reformas sociais e políticas,
incluindo a criação do calendário Juliano.
Continuou a centralizar o poder e burocracia da República nos anos seguintes.
Como a guerra civil, com a sua chegada, estava ainda aberta
na oposição política de Roma, em 44 a. C., Júlio Cesar foi assassinado por um
grupo de senadores liderado pelo Marco Julio Bruto (mais conhecido por Bruto).
Seu sobrinho Caio Otaviano foi feito herdeiro em testamento.
Em 27 a. C. o jovem
Caio Otaviano passou a governar como primeiro Imperador Romano, adotando o nome
de Cesar, encerrando a Roma Republicana.

Comentários
Postar um comentário