DUQUE DE CAXIAS
D U Q U E D E C A X I A S
Luiz Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias (25/08/1803 –
07/05/1880) foi um oficial do exército brasileiro, político e monarquista do
Império do Brasil. Seu pai e tio também fizerem carreira militar no Brasil,
como Duque de Caxias.
Em 1823, Duque de Caxias lutou como um oficial novo na Guerra
Brasileira da Independência contra Portugal. Depois passou três anos na maioria
no Sul do Brasil, na província Cisplatina e o governo resistiu, sem sucesso, na
Guerra Cisplatina. No entanto, o próprio pai e tio renunciaram durante o
protesto de 1831, o imperador Dom Pedro I e Caxias permaneceu leal. Quando Dom
Pedro I renunciou o governo em favor de seu filho Pedro II, menor de idade,
Caxias instruiu Pedro II em esgrima e equitação, e eventualmente fez amizade
com ele.
Durante a minoridade da regência governante de Dom Pedro II,
enfrentou inúmeras rebeliões em todo o País. Novamente Luiz Alves rompeu com
seu pai e outros parentes simpatizantes dos rebeldes de 1839 a 1845. Caxias
comandou as forças legalistas, suprimindo cada revolta, como a Balaiada (de
1839 a 1841) no interior da província de Maranhão, a rebelião liberal de 1842 e
a Guerra de Ragamuffin (de 1835 a 1845) mais conhecida como a Guerra dos
Farrapos, quando Giuseppe Garibaldi lutou a favor da Guerra dos farrapos de
1836 a 1841 e, em seguida, Garibaldi de mudou para o Uruguai. Em 1851, sobe
comando de Caxias, o exército brasileiro prevaleceu contra a Confederação
Argentina na Guerra Platina. Uma década mais tarde, Caxias como marechal do
exército (o grau mais alto do exército), liderou a força brasileira na vitória
na Guerra do Paraguai em 13/05/1845. Como recompensa, ele foi elevado ao título
de nobreza tornando sucessivamente barão, conde e marquês, finalmente, tornando
a única pessoa com o título de DUQUE durante os 58 anos de reinado de Dom Pedro
II.
No início da década 1840, Caxias tornou membro do Partido
Reacionário que evoluiu no Partido da Ordem e finalmente, Partido Conservador.
Ele foi eleito senador em 1856. O Imperador nomeou presidente do Conselho de
Ministros (Primeiro Ministro) em 1856 até 1857 Ele ocupou brevemente o cargo
novamente em 1861, mas caiu quando seu partido perdeu a maioria parlamentar. Ao
longo das décadas Caxias testemunhou o crescimento até o ápice de seu partido,
depois viu seu lento declínio com a divisão por conflitos internos. Em 1875, ele
liderou um gabinete por última vez, e depois de anos de saúde debilitada, ele
morreu em maio de 1880.
A origem de Luiz Alves, quando o seu avô paterno, José Joaquim,
veio ao Brasil, não tinha o título de nobreza. Luiz Alves foi o primeiro filho
homem e segundo filho de dez crianças de seus pais Francisco de Lima e Silva e
Mariana Cândido de Oliveira Belo. Quando Luiz Alves era jovem teve os primeiros
ensinos escolar em casa, que era comum na época. Quem o ensinou a ler e
escrever foi sua avó, Ana Quitéria.
O seu avô paterno emigrou ao Brasil em 1767, e era um oficial
português e fixou sua residência no Rio de Janeiro. Lutou contra os espanhóis
na fronteira sul do Brasil, e garantiu uma classe alta quando casou com a
família de influência do local.
Com a chegada da Família Real Portuguesa no Rio de Janeiro em
1808, mudou a vida da família de Lima. O Rei Dom João VI embarcou em uma série
de guerras e conquistas de expansão de território brasileiro. Anexou a
Cisplatina (Uruguai) no Sul e ocupou o território da Guiana Francesa de 1808 a
1817 com tropas luso-brasileira, e por pressão internacional, devolveu a França
o território em 1817.
Em 1818, os parentes de Luiz Alves que eram, também, oficiais
militares haviam servidos na guerra. Seu avô, José Joaquim, tornou membro da
Ordem Militar de Cristo, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real. Seu pai, Francisco de
Lima e tios tiveram, também honras. Em duas gerações, a família Lima cresceu de
meros plebeus para posições de nobreza, sem títulos, de Portugal.
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