V I A G E M A P O R T U G A L
V I A G E M A P O R T U G A L
Saímos de São Paulo com destino a cidade de Porto, em
Portugal, no dia 05/05/2018.
1)
Cidade
do Porto
É a segunda mais importante cidade de
Portugal. Tem uma população de 250 mil habitantes, sendo a quarta cidade de Portugal
em população. Possui uma área de 45 mil km2.
Dom Afonso Henrique, primeiro rei de
Portugal, escolheu Porto como Capital do reino de Portugal. É uma cidade
Patrimônio Mundial de Unesco.
É conhecida pelas artes, inovações,
empreendedorismo, vinhos e alta tecnologia. A cidade é um importante centro
financeiro e industrial de Portugal.
a) Passeios em Porto:
- Cais
da Ribeira – é um lugar favorito em Portugal. Considerado Patrimônio Mundial da
Humanidade pela Unesco. Situa às margens do rio Douro.
- Igreja
São Francisco construído no século XIV, é uma igreja importante, um exemplo
neoclássico. Com a extinção das ordens religiosas em 1.834, a igreja serviu de
armazéns da alfândega. Em 1.410 é classificado como monumento Nacional. Hoje é
uma igreja e convento. Tem no seu interior o que restou de ouro quando da
construção que utilizaram 370 kg de ouro. Está situada perto da estação de3
bonde elétrico.
-
Estação São Bento – fomos conhecer a parte interna onde as paredes estão
cobertas de azulejos portugueses que retratam uma parte da história de
Portugal.
- Livraria Mello – fundada em 1.881, foi aberta ao público em 1.906. É dita como a mais bela livraria do mundo, com suas escadas muito bonitas e de grande movimento de pessoas. No seu interior o estilo é Art Nouveau e tem dois andares ligados pelas escadas famosas.
-
Morro: chamada Serra do Pillar – Para chegar, atravessamos de taxi a ponte D.
Luiz I que foi adaptada para passar o metrô. Foi construída no século XIX. Na
Serra do Pillar está situado o Mosteiro dos Frades e o Forte do Exército. É um
mirante de onde se vê o movimento dos barcos no rio Douro, da cidade do Porto
de sua zona ribeirinha e da Ponte Luiz I de estrutura toda de ferro que liga
Porto a Vila Nova de Gaia, outro município que é famoso em comercializar
vinhos, há séculos.
-
Teleférico – percorre a margem esquerda do rio Douro e desce da Serra do Pillar
ao cais da Vila Nova de Gaia, onde embarcamos no barco de turismo.
-
Barco de Turismo – barco típico que percorre o rio Douro no sentido interior de
Portugal, mas o que pegamos vai até o fim da cidade do Porto (sob a última
ponte) e volta navegando até a embocadura do rio no Oceano Atlântico e retorna
ao ponto de partida. Nesse percurso se tem a vista muito interessante das duas
margens do rio Douro. Em seguida, fomos degustar vinhos que tínhamos direito e
aproveitamos para saborear o pastel de nata, além de percorrer as ruas
estreitas, sinuosas de alto e baixo.
-
Visitamos outras adegas. Em uma delas, sentamos e degustamos vinhos que são
pagos, e compramos o que mais agradou ao paladar.
Nas
margens do rio Douro, do lado de Vila Nova de Gaia, havia muitos barcos rabelos
ancorados que são os antigos transportadores de vinhos pelo rio Douro.
A
cidade do Porto é separada da cidade Vila Nova de Gaia pelo Rio Douro, mas que
são ligadas por pontes.
Percorremos
a cidade do porto, caminhando pelas ruas para melhor conhecê-la. Admiramos a
Torre dos Cléricos de 75 m de altura, sem entrar, para não subir a pé as
escadas.
Após
um dia exaustivo, decidimos jantar no restaurante do Hotel Vila Galé, onde
estávamos hospedados. Pedimos polvo e bacalhau assado, como prato regional e
que estava saboroso.
No dia
seguinte, fomos atrás da sardinha assada (prato típico) num bairro fora da
cidade, em uma praia em Matuzinho.
Como
estava fora da temporada, não havia sardinha e fomos abrigados a pedir outros
pratos típicos, como a lula recheada e assada e o peixe rodovalho.
Depois
dos passeios em Porto, seguimos de avião à Lisboa em voo de uma hora.
2)
Cidade
de Lisboa
É a capital de Portugal e tem uma
atividade muito movimentada e uma população de 456 mil habitantes.
Em
Lisboa, Primeiramente, exploramos a Cidade Baixa e chegamos a Praça Róssio,
principal praça de Lisboa. Foi reconstruída em 1.755 por Marques de Pombal após
o grande terremoto. Nesta região, foi assassinado a tiro o rei D. Carlos I e
que encerrou a monarquia em Portugal em 1.908. Depois, percorremos a rua
Augusta até a Praça do Comércio.
A rua
Augusta é uma rua para pedestre com calçada de mosaico. Não é permitido o
tráfego de veículos. É uma rua do turismo e mais elegante da Baixa. Vendem de
tudo e começa na Praça do Comercio no Arco Triunfal.
A
Praça do Comercio fica à margem do rio Tejo, onde o rei Dom Manuel I construiu
a residência real em 1.511, deixando o Castelo São Jorge. Após a revolução de
1.910, essas edificações foram transformadas em gabinetes administrativos. A
praça é o portão de entrada em Lisboa. No centro da praça há o monumento com a
estátua doo rei José I.
Conhecemos
também:
-
Teatro Nacional Dona Maria II, construído por ela e que levou seu nome. Dona
Maria II foi rainha de Portugal, filha de Dom Pedro I (do Brasil e Dom Pedro IV
de Portugal), situada na Praça Róssio.
-
Ginjinha – um boteco famoso, onde o dono pergunta: “Com ou sem o que?” e se
responde “Ginja, oras!”. Localizado no Largo de São Domingos.
- Time
Out Market (antigo mercado reformado) onde tem muitos restaurantes e degustamos
alguns pratos típicos.
-
Castelo São Jorge construído no século XI pelos muçulmanos, mas só ganhou o
nome no século XIV quando foi a residência dos reis de Portugal. Era uma
cidadela dos mouros e conquistada em 1.147 pelo rei Afonso Henriques que o transformou
em residência dos reis portugueses até a construção do palácio mais luxuoso na
Praça do Comercio, em 1511. O bairro Alfama, onde fica o Palácio, não é hoje um
bom bairro. Está decadente, foi o bairro da elite portuguesa que se mudou para
o Bairro Alto. As ruas de Alfama são estreitas e tortuosas, cheias de igrejas,
bares e restaurantes típicos portugueses e cantos (fados). O Palácio situa no
topo do morro e está em ruinas. Tem um mirante onde se vê o rio Tejo, a Praça
do Comercio e parte da cidade de Lisboa. É um ponto importante para a visita de
turistas. Para chegar ao Castelo, na subida, passa em frente da Igreja da Sé, a
Catedral da cidade.
Bairro
Alto – onde é grande o movimento noturno com restaurantes e redutos dos Fados.
É o lugar da boemia.
-
Chiado – neste local, seguimos para ver os “Azulejos” e o bar “Brasileiro” que
funciona desde 1.905 na rua Garret.
-
Elevador Santa Justa – onde o público sobe para a Cidade Alta e chega no Largo
do Carmo. É muito concorrido, e tem no alto um mirante, com mais de 30 m de
altura, com vistas da parte da cidade e da Praça Róssio.
-
Igreja do Carmo – Fomos pelo elevador Santa Justa. A igreja é a ruina da Igreja
Carmelita que era a maior de Lisboa, destruída pelo grande terremoto de 1755.
Hoje é o museu arqueológico.
- O
elevador da Gloria e o funicular não estavam operativos.
-
Mirante de São Pedro de Alcântara – tem a vista de Lisboa, do Castelo São Jorge
e pode ver o Pô do Sol. É um dos recantos mais visitados por turistas para
admirar a cidade.
- Nossa Senhora
do Monte – no bairro da Graça é o mirante mais alto de Lisboa, segundo o
motorista do taxi. Tem uma vista panorâmica da cidade.
3) No dia 11/05
visitamos a Serra de Sintra e o litoral, no município de
Sintra, fora
de Lisboa.
- Palácio Nacional de Queluz – foi residência
oficial do Príncipe
Regente João
VI e sua família. Foi onde nasceu e morreu Dom Pedro I
(Dom Pedro IV
de Portugal). As salas são maravilhosas,
jardins bem
cuidados e
lagos ornamentais. O Palácio está no nível da rua.
- Palácio
Nacional da Pena – ostenta, principalmente, a beleza externa
é complexa e de
grande movimento. A construção foi iniciada em1.854.
É uma arquitetura
neorromântica, na serra de Sintra. Deste local, pode
ter uma visão
de toda a volta, sendo possível avistar o Castelo dos
Mouros.
- Por falta de
tempo, não visitamos o Palácio Nacional de Sintra, o
Castelo dos
Mouros e a casa do Maçon nas escavações.
- Azenhas do Mar
– descemos a serra do Palácio Nacional da Pena e
pelo barranco da
encosta. Descemos no único ponto que poderíamos
chegar ao mar e onde
visitamos o restaurante “Azenhas do Mar”.
Deixamos de
almoçar as belas lagostas e caranguejos por termos já
almoçado no
restaurante “Ares da Serra”, onde saboreamos o polvo no
azeite, no
percurso de descida do Palácio da Pena seguindo para o litoral
Azenhas do Mar.
- Cabo Roca – é a
parte mais ocidental de Portugal continental e da Europa
Continental com seus abismos assustadores a
140 m e um belo pôr do
sol. Na história é
dita que no século XVI, existia um forte que teve grande
importância como
vigia da defesa da capital do reino.
- De volta a Lisboa,
passou-se por lugares de veraneio dos lisbonenses,
cheios de praias e
veleiros:
. Cascais – onde
caminhamos em algumas ruas e nos encantou.
. Estoril – passamos
sem parar.
apreciar o Pôr do
Sol.
4)Visita ao Santuário de Fátima
Contratamos o taxi do sr. Carlos Amaral que
conhece bem as regiões e
muito paciente e
dedicado.
Primeira parada foi
em Batalha para visitar o Mosteiro de Batalha onde
tem as Capelas
Inacabadas.
Desta, seguimos a
Fátima onde fazia muito frio e estava garoando.
O Santuário é um
colossal Santuário e recebe milhares de peregrinos
todos os anos. Fica
numa esplanada muito grande. Nos dias 12 e 13 de
maio vão milhares
de peregrinos, daí a escolha da visita no dia 09 de
maio. Nos dias 12 e
13 de maio são os dias que a Nossa Senhora, Virgem
Maria, apareceu às
três crianças: Lúcia Santos, Jacinto Maria e Francisco.
Iniciamos a visita
pela:
- Capela das
Aparições (Cova da Iria) e ao lado acendemos velas que o
Motorista do taxi
comprou e nos ofereceu para acendermos. Foi muito
gentil e nos orientou e explicou tudo que podia.
Em seguida, dirigimos a
- Basílica Neobarroca onde entramos e visitamos.
No outro lado da praça, entramos em nova Basílica chamada de Santíssima Trindade onde assistimos a Missa.
O Santuário de Fátima é imperdível, o ambiente espiritual é muito forte.
- Cidade de Fátima situada ao lado onde
percorremos alguns
estabelecimentos
onde vendem as lembranças de Fátima.
No retorno,
deixamos de ir a cidade dos Cavaleiros Templários, onde
existe o Castelo
Convento de Cristo, por falta de tempo, segundo o nosso
motorista, uma vez
que desejávamos almoçar na cidade de Nazaré,
região litorânea,
onde poderíamos almoçar sardinhas assadas, na Praia
dos Pescadores.
Antes de Nazaré,
fizemos uma parada em Alcobaça, no Mosteiro de
Santa Maria de
Alcobaça que é Patrimônio Mundial da Unesco. Um
importante e
grandioso complexo de mosteiro abandonado pelos
monges, em
consequência do decreto de suspensão de todas as ordens
religiosas de
Portugal. É onde estão os túmulos de Dom Pedro I de
Portugal e Inês de
Castro.
Na cidade de
Nazaré, na Praia dos Pescadores, não encontramos
sardinhas, por
estar fora de temporada. Almoçamos, e fomos conhecer a
cidade . Subimos
para a parte alta da cidade. Vimos as gigantes ondas de
Nazaré do penhasco,
onde a surfista brasileira quase morre tentando
bater o recorde, a
estátua de madeira da Madona Negra que
faz
milhares, segundo as crenças, e apreciamos
a cidade com suas
casa e o
penhasco.
Em seguida,
dirigimos a Óbidos, cidade a 120 km de Lisboa. É uma cidade
onde as casas são
pintadas, predominantemente de branco combinando
com o azul, na
maior parte delas, ou amarelo. É uma cidade interessante,
antiga, com suas
ruas estreitas de altos e baixos, cercada de muros de
proteção e o
Castelo de Óbidos. Em seguida, retornamos a Lisboa.
Deixamos de
visitar:
- Santarém em
frente ao rio Tejo que tem uma valor histórico, também ,
no Brasil.
- Alenquer por
sentimentos da cidade de mesmo nome, também, no
estado do Pará-
Brasil.
5) Passeio ao Bairro de Belém – situada na foz do rio Tejo,
de onde as
caravanas partiam
para as descobertas no século XV e XVI.
- Mosteiro dos
Jerônimos – muitos turistas querendo conhecer e, em
consequência,
filas imensas. É um exemplo de exuberância
arquitetônica manuelina (tempo de Dom
Manuel I). Outro exemplo, é a
Torre de Belém. Foi encomendado por Dom Manuel
I por volta de 1.501
após o
retorno de Vasco da Gama das Índias. O Mosteiro ficou sob os
cuidados da Ordem
de São Jerônimo até 1.834, quando a Ordem foi
dissolvida. Na nave, a abóbada da Igreja da Santa Maria é
sustentada
por pilares
octogonais. Os túmulos de Dom Manuel I e sua esposa Maria
e de Dom João III
e sua esposa Caterina estão esse mosteiro.
- Museu Nacional dos Coches – é o acervo de
carruagens usados durante
os reinados
portugueses. É um dos mais belos da Europa.
- Torre de Belém –
foi encomendado por Dom Manuel I como uma
Fortaleza, em
1.515. Foi ponto de partida dos navegantes que navegavam
para descobrir as
rotas de comercio. Quando da construção, ficava no
meio do rio Tejo, e
com o passar do tempo, foi sofrendo assoreamento.
No andar de baixo
era um presídio.
- Padrão dos Descobrimentos – foi construído em 1.960, como
marco do
quinto centenário da
morte de Dom Henrique, o Navegador. O
monumento tem 52 m
de altura e homenageia os navegantes. Vê-se, por
ordem: Afonso V,
Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de
Magalhães, entre
outros.
- Centro Cultural de Belém.
- Confeitaria de Belém – saboreamos os doces, como, o famoso
Pastel de
Belém. A confeitaria
é muito movimentada e forma filas. O melhor horário
é no fim do dia.
- Restaurante Japonês – é famoso e onde jantamos. É de
propriedade de
dois brasileiros e um
peruano.
- MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia) não
visitamos.
- No dia seguinte, passeio pelo Parque das Nações onde é
muito
interessante:
. Oceanário de
Lisboa
. Teleférico
. Ponte
comercial Vasco da Gama que é a maior
ponte da Europa com
17,5 m de extensão.







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